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residência artística 2026

Anatomia do Ciclo Artístico

sentir, expor, dispor

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A proposta de Residência Artística do coletivo Gostaríamos de Explicar Muitos Atos, nasce da observação de uma metodologia que o próprio construiu ao longo dos últimos anos. Um modo de fazer que não parte necessariamente de uma exposição previamente definida, mas da experiência do ateliê e daquilo que acontece dentro e ao redor dele.

 

Ao longo do primeiro semestre, buscamos manter o ateliê como um espaço aberto e disponível para a experimentação.

Primeiro, permitimos que as coisas aconteçam. 

Depois, retornamos ao que foi vivido. Reunimos registros, experiências, trabalhos, palavras e recorrências. O que antes estava disperso começa a encontrar aproximações, sentidos e possibilidades de organização.

 

É desse movimento que nasce a Mostra Anual da Gostaríamos.

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A exposição torna-se uma maneira de tornar público aquilo que o ateliê produziu: olhar para o que foi feito, desenhar relações, organizar o que encontramos e encontrar a forma mais honesta de expor esses processos.​​​​

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Período da residência:

setembro a dezembro

 

Período de inscrição:

27/08, a partir das 21h,

até 03/09, às 23h59.

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Início:

08 de setembro de 2026

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Duração:

3 meses

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Carga de encontros:

12 encontros


Dia:
terças-feiras 19h às 21h

Formato:

encontros expositivos,

práticos, produçãoem

ateliê e mentorias

Esse programa de residência oferece 2 bolsas de 60% de desconto. A validação das bolsas é feita a partir de uma carta de intenção, que você encontra na 3ª página do formulário.

Apenas a primeira inscrição será validada. Novos cadastros serão desconsiderados.

A Residência Artística 2026 - Anatomia do ciclo artístico, parte da experiência de transformar esse modo de fazer em um percurso compartilhado. Durante três meses, os residentes serão convidados a acompanhar e experimentar as diferentes etapas de um ciclo artístico: perceber como uma pesquisa começa, reconhecer aquilo que insiste dentro dela, construir repertório, organizar ideias, desenvolver uma produção e encontrar soluções para apresentá-la ao público.


Chamamos esse movimento de Sentir, Dispor, Expor.

 

Sentir para criar antes de definir. 

Habitar o ateliê, experimentar, registrar, observar e reconhecer aquilo que desperta interesse.

 

Dispor para retornar ao que foi produzido.
Aproximar referências, encontrar recorrências, dar nomes, fazer escolhas e estruturar uma pesquisa.

Expor para compreender como aquilo que foi criado e organizado encontra o espaço, outras obras e o público.

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A residência é um exercício de compreensão dos ciclos da criação. Não se trata de chegar a uma obra final, mas reconhecer o caminho que permite que ela exista: sentir o que acontece, dispor aquilo que encontramos e expor o que escolhemos compartilhar.

 

Ao final desse percurso, as pesquisas desenvolvidas pelos residentes passam a integrar a Mostra Anual da Gostaríamos, fazendo da própria exposição a última etapa, e também o desdobramento, desse ciclo.

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